Polícia Civil investiga morte de trabalhador rural que atuava na colheita de amendoim em fazenda em Parapuã
Nossa Lucélia - 16.03.2021


Vítima, de 64 anos, estava com o filho, de 31 anos, quando caiu no chão na propriedade rural nesta terça-feira (16). Corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML), em Tupã (SP), para a realização do exame necroscópico

PARAPUÃ - A Polícia Civil investiga a morte de um trabalhador rural, de 64 anos, em Parapuã (SP). O óbito foi registrado nesta segunda-feira (16). A vítima fatal, que atuava como ajudante de motorista, era moradora de Tupã (SP).

Ao G1, o delegado responsável pelas investigações, José Luiz Junqueira, informou que a morte foi por volta das 11h, no entanto, o registro na Delegacia da Polícia Civil foi feito em torno das 14h.

O delegado disse ao G1 que, conforme informações do filho da vítima, ele e o pai trabalhavam juntos na colheita de amendoim em uma fazenda. O filho, de 31 anos, também reside em Tupã.

"No momento em que foram fazer o transporte da carga de amendoim, que estava no transbordo acoplado a um trator, para um caminhão, o caminhão se posicionou, o trator encostou com o transbordo e nesse momento a vítima se posicionou no chão e começou a acompanhar o processo de descarregamento. Em determinado momento, o filho viu que o pai caiu no chão, já desacordado e possivelmente sem vida", explicou o delegado ao G1.

Ainda conforme Junqueira, o filho não soube dizer se o pai sofreu alguma descarga elétrica ou se foi um mal súbito.

"Ele disse que tinham fios de alta tensão que passavam sobre o transbordo, porém, não viu nenhum sinal de luminosidade, não ouviu nenhum barulho de choque elétrico, simplesmente só viu o pai caído ao solo", acrescentou ao G1.

Conforme a Polícia Civil, a vítima foi socorrida pela família e levada ao Pronto-socorro da Santa Casa de Misericórdia de Parapuã. Além disso, no local dos fatos, conforme o Boletim de Ocorrência, não havia campo para perícia, visto que o cenário já havia sido alterado e a vítima socorrida na tentativa de reanimação.

"Como não fomos acionados e não tínhamos informações sobre o ocorrido, fiquei impossibilitado de acionar a perícia e só me restringi a fazer o registro e, obrigatoriamente, encaminhar o corpo ao Instituto Médico Legal (IML), em Tupã, para que seja feito o exame necroscópico, que é o único capaz de identificar a causa da morte com a certeza absoluta", pontuou o delegado ao G1.

A ocorrência foi registrada na Delegacia da Polícia Civil, em Parapuã, como morte suspeita.


Fonte: Aline Costa _ G1 Presidente Prudente

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