Câmara marca sessão extraordinária para votar denúncia contra vereador de Dracena
Nossa Lucélia - 22.06.2022
Conforme a Casa de Leis, Júlio César Monteiro (PV) teria praticado suposto ato de improbidade administrativa. Reunião será realizada às 19h desta quinta-feira (23)
DRACENA - A Câmara Municipal de Dracena (SP) realiza nesta quinta-feira (23), uma sessão extraordinária para analisar a denúncia contra o vereador Júlio César Monteiro da Silva (PV). A reunião dos parlamentares está marcada para as 19h.
Conforme a Casa de Leis, Júlio César Monteiro (PV) teria praticado suposto ato de improbidade administrativa.
De acordo com o Poder Legislativo, a suplente Célia Maria Agudo Pereira (PV) também foi convocada para participar da votação.
Para que Silva tenha seu mandato cassado é necessário que dois terços da Câmara, ou seja, nove vereadores, acatem e considerem que a denúncia apresentada pelo partido Patriota é procedente. Neste caso o presidente da Câmara também deverá votar.
A sessão extraordinária de cassação terá o seguinte roteiro:
· Posse da suplente;
· Leitura da denúncia apresentada pelo partido Patriota;
· Leitura da defesa do vereador;
· Leitura dos relatórios da Comissão Processante.
Após as leituras, os vereadores que quiserem fazer uso da Tribuna terão o tempo de 15 minutos cada. Em seguida, o advogado ou o próprio vereador Júlio César Monteiro da Silva terá o prazo de até duas horas para apresentar defesa.
Por último, será feita a votação em ordem alfabética e nominal.
Caso a denúncia receba dois terços dos votos favoráveis, o mandato do parlamentar será cassado e a Câmara deverá comunicar oficialmente ao Cartório Eleitoral. Caso contrário, a denúncia será arquivada e o Monteiro continua no cargo.
A sessão extraordinária também será transmitida no canal da Câmara na internet.
OUTRO LADO - Por meio de nota enviada à TV Fronteira na época da abertura da Comissão Processante, o vereador Júlio César Monteiro (PV) afirmou que está sendo acusado por ter se "defendido em causa própria, uma vez que quem patrocinou a causa foi a Prefeitura".
"Eu apenas me defendi, pois não contestei o valor cobrado, ofereci bens a penhora como garantia do pagamento e, portanto, não causei nenhum prejuízo ao erário público. Trata-se de um processo político de retaliação a minha pessoa, pois venho fiscalizando atos do prefeito, cumprindo desta forma o dever de vereador", disse Monteiro.
Fonte: g1 Presidente PrudenteVoltar para Home de Notícias
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