Bombeiros usam 300 mil litros de água para combater incêndio que destruiu 500 toneladas de amendoim em Tupã
Nossa Lucélia - 24.03.2025


Fogo mobilizou equipes de oito cidades da região e duas usinas. Ainda existem focos que são monitorados pela empresa

Tupã (SP) - O Corpo de Bombeiros utilizou aproximadamente 300 mil litros de água para conter o incêndio que destruiu 500 toneladas de amendoim em um galpão de Tupã (SP) , desde a última sexta-feira (21).

Além dos bombeiros, equipes da Defesa Civil de oito cidades, sendo elas Pompéia, Quintana, Herculândia, Tupã, Iacri, Arco-Íris, Queiroz, e Bastos além de caminhões-pipa de duas usinas auxiliaram na ação.

De acordo com a Defesa Civil, o incêndio foi controlado por volta das 13h do domingo (23), porém até esta segunda-feira (24), havia ainda focos que são monitorados pelos responsáveis pelo galpão, que também devem realizar a remoção do material, incluindo a demolição da estrutura.

Segundo os bombeiros, um caminhão-pipa permanece no local para alguma emergência que surgir. Caso surjam novos focos, a equipe poderá ser acionada para prevenção também.

O incêndio de grandes proporções que atingiu o galpão que armazena amendoim começou na noite de sexta-feira (21), por volta das 23h30. O local fica às margens da Rodovia Comandante João Ribeiro de Barros (SP-294) .

Durante todo o sábado (22) e no domingo (23), as equipes trabalharam para controlar focos do fogo no local, sem registro de feridos.

Quatro carretas que estavam no galpão foram queimadas: duas que estavam descarregando e outras duas que já estavam carregadas com o amendoim selecionado para a fábrica.

Segundo Aristóteles Mozena dos Santos, subtenente do 10º Grupamento do Corpo de Bombeiros de Marília (SP) , o fogo consome o amendoim, que contém óleo . Isso faz com que o uso de água tenha pouco efeito no combate e que o incêndio demore para ser combatido.

As chamas que atingiram a área externa do galpão foram controladas ainda no sábado, porém o maquinário disponível para a corporação não é capaz de combater o incêndio dentro do ambiente, que somente depois de resfriado, o material poderá ser removido.

As causas do incêndio ainda serão investigadas, já que o trabalho de perícia também precisa que os focos se encerrem e o local seja resfriado. Mas, a suspeita é de que fagulhas tenham escapado de uma das caldeiras e provocado as chamas.


Fonte: g1 Bauru e Marília



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