Sorvete artesanal criado em Tupã ajuda pacientes com câncer a aliviar efeitos da quimioterapia
Nossa Lucélia - 23.09.2025


Nutricionista e sorveteiro do interior de SP criaram um sorvete artesanal especialmente para pessoas que estão em tratamento de quimioterapia ou radioterapia

Tupã (SP) - Como picolé ou paleta mexicana, de massa ou gelato, o sorvete é uma das sobremesas mais versáteis e acessíveis. Além de servir como acompanhamento de outros pratos e um ótimo programa para um domingo a tarde, a sobremesa também ajuda a aliviar efeitos colaterais da quimioterapia.

Nesta terça-feira (23), é comemorado o Dia do Sorvete, e o g1 conversou com o Jonas Montagnani e Adrieli Simi, de Tupã (SP), que explicam qual o diferencial da fórmula que desenvolveram especialmente para pacientes oncológicos do interior de SP.

Em 2005, o diagnóstico de um câncer de pele fez com que Jonas mudasse os rumos de sua carreira e virasse dono de seu próprio negócio.

"Eu tinha uma metalúrgica e ficava muito no Sol. Fui aconselhado pelo dermatologista a mudar de profissão e, como sou descendente de italiano e sempre gostei de gelato, fiz vários cursos, aprendi fazer sorvete, comprei as máquinas e montei a minha sorveteria", relata.

Desde então, Jonas faz seu próprio sorvete na Av. Arthur Fernandes, em Tupã (SP). Em 2019, o sorveteiro viu uma reportagem sobre um estudo desenvolvido em uma universidade de Santa Catarina, que criou uma fórmula de um sorvete voltado para o alívio dos efeitos colaterais de pacientes oncológicos e, em razão do seu histórico de câncer, pensou em colaborar.

Segundo Jonas, ele tentou entrar em contato com a universidade, mas sem sucesso. Então, soube que uma empresa havia comprado a patente da fórmula e, com isso, provavelmente não conseguiria mais participar do estudo.

O tempo passou, chegou a pandemia e o sorveteiro não conseguiu dar continuidade no projeto. No entanto, em 2021, um parente precisou fazer tratamento oncológico no Hospital das Clínicas e na Associação de Combate ao Câncer de Marília.

Durante as horas que permanecia no local esperando o tratamento do paciente, ele se aproximou das equipes da Associação de Combate ao Câncer e, então, conheceu a nutricionista Adriele Simi, a convidando para criar a fórmula do sorvete.

Fonte: Clara Sganzerla _ g1 Bauru e Marília



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