Por Danilo Pelloso

A BELEZA DO AMIGO GRANDIOSO
26 de outubro de 2011


Danilo Pelloso - Uma amizade. Desenvolvida aos poucos através de trocas de sorrisos, alegrias, contentamento. Assim criou-se a necessidade da presença. Um anjo no meu caminho.
Caminhara a passos compassados, sem pressa para uma boa prosa, ao entardecer, regado a vinho e petiscos dos mais variados. Ficava-se a frente de sua residência a conversar sobre os momentos marcantes de nossa essência.
Momentos alegres. Momentos vibrantes. Momentos marcantes.
Nunca vira em seu olhar sentimentos de raiva, rancor a estar. Nunca vira sentimento algum de tristeza. Sempre levara a vida com grande complacência.
Seu China, o futebolista, meu querido artista, que pintou para mim o quadro sublime da essência harmônica da vida. Meu treinador
Seu China, o complacente, que nunca ao adentrar em sua residência deixaste de ouvir meus pensamentos, às vezes sem importância, mesmo estando atarefado grandemente.
Seu China, o contador de estórias, escrevendo a estória verídica de uma vida vivida com maestrina.
Seu China, o artesão da aviação, que confeccionava com suas sublimes mãos, as peças necessárias para que outras pessoas pudessem na liberdade de voar ter a sensação estar onde jamais conseguiria chegar.
A grandiosidade da vida que já tinha sido aprendida por este glorioso artista.
Seu China, o amigo fraternal, sempre a mostrar a tranquilidade celestial. Calmaria dos sábios anjos que tem no discernimento o repouso dos seus sentimentos.
Observara-se o amor em seus olhos radiantes, que transcende a luz no clarão da sua alma que sempre me conduz.
Seu China, o corintiano. Que me convidava a assistir as partidas contra meu time e me beliscava de forma carinhosa acompanhado de um belo sorriso franco, inocente de sua face angelical, quando tomávamos um gol.
Seu China, que agora esta sorrindo, nos mais altos graus celestes tocando juntamente com os anjos uma bela canção ao violão. Seu Chima, mais que um simples amigo, um pai querido, um verdadeiro irmão.
Seu China muito obrigado por ter vivido essa vida de forma sublime, concedendo a mim o prazer do convívio contigo. Quando partir deste caminho espero o senhor a caminhar comigo escutando uma bela canção, com seu sorriso tranqüilo e nós com a taça de vinho nas mãos.
(Homenagem de Danilo Souza Pelloso para o senhor Pedro Benedito da Silva, vulgo Seu China, Lucélia-SP).

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