Por Danilo Pelloso

PENSIERO RELIGIOSO IN PRIGIONE
Na prisão do pensamento religioso

01 de dezembro de 2011


Danilo Pelloso - Il Regno di Dio è dentro di voi e il suo ritorno, non in edifici di legno o di pietra. Crack una scheggia di legno e io ci sarò, Ascensore una pietra e trovare ME trovi.

Essa passagem apesar de uma pouco diferente da original citada abaixo, recorda-me do evangelho de São Tomé. Nele Jesus Cristo, em sua complacência e coerência, sempre pregou a liberdade dos nossos sentimentos muitas vezes aprisionados em dogmas e doutrinas. Crenças e religiões.

A passagem interpretada da liberdade que Jesus nos diz:
O Reino de Deus está dentro de Você e a Sua volta; não em prédios de madeiras ou pedras. Rache uma lasca de madeira e EU estarei lá; Levante uma pedra e ME encontrará.

No texto original, Evangelho de São Tomé consta:
Io sono la luce che è sopra tutti. Io sono tutto: il tutto mi ha lasciato e tutti mi hanno incontrato. Rachai un bosco: io sono lì. Sollevare una pietra e mi trovi - Eu sou a luz que está acima deles todos. Eu sou o todo: o todo saiu de mim e o todo se reuniu a mim. Rachai uma madeira: eu estou ali. Levantai uma pedra e me achareis (Evangelho de São Tomé).

Jesus Cristo, o mestre em suas ações, não deixara nada escrito, apenas os exemplos do seu ser magnífico.
Grande mestre. Pregara sempre com veemência. Na liberdade a sua própria essência. Liberdade não de caminhar ao vento, ouvindo o cantarolar dos pássaros, em contentamento.
A liberdade apresentada por Cristo era o pensamento livre, sem dogmas, preceitos e conceitos, razão da imperfeição dos homens, em seus devaneios.
Aprisionados no próprio pensar. Do pensar ao agir. Do agir impensado a estar. Nada a aprender nem a acrescentar. Vida estagnada. Dos dogmas a própria ameaça.
O mestre libertou a todos através do conhecimento glorioso. O homem acorrentou todos através do conhecimento deturpado e desdenhoso.
Através de seus atos, observou-se a grandiosidade de um mestre cósmico, do mundo das vibrações invisíveis, que emana, ao solo terrestre, todo o seu poder glorioso. Em campos verdejantes campestres, seu próprio ensinamento, ensinamento esse sim que se preze.
Inexistem escritos, por Jesus Cristo, justamente para sermos libertos do frívolo, em acreditar na subjetividade verdadeira, da incerteza corriqueira.
Escrituras escritas por homens e não pelo mestre cósmico.
Cristo! Grande exemplo da vida sublime, vivida em sua essência.
O irmão.
Seres humanos, exemplo da discordância dos ensinamentos mundanos.
Faz-se justamente o contrário do ensinado pelo mestre cósmico.
Exemplos ensinados, mas não registrados. Registrados pelos homens para os homens, não para os vibracionais, que adentram nos planos naturais.
A sociedade esta aprisionada no próprio conceito humano não harmonioso com os exemplos do mestre cósmico glorioso.
A vivência da transcendência inexistente. Senti-se apenas o material.
O pior encarcerado é o aprisionado pela própria crença. Faz-se tudo ao contrário dos ensinamentos de Cristo, mestre cósmico do mundo vibracional invisível.
Grandes pequeninos e pequeninos grandes. No eu mental jaz a resposta do contrastante.
Mundo de dualidade, não da neutralidade. Mundo da matéria não da essência. Mundo da causa não da consequência.
Fixados em conceitos e ensinamentos antigos, inexiste o sentimento do mundo cósmico contigo.
Atrasados pelo próprio pensar.
Na prisão do pensamento de uns, o sustento de outrem.
O que Cristo deve pensar de nós?
É por isso que todos os dias com a mesma mão cruzada com o olhar sem tinta, e a pele pálida, olha-se para o longínquo e diz: “Tende piedade de nós”.

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