Por Danilo Pelloso

O ESTRANHO CONVIVIO COM O "DESCONHECIDO"
16 de outubro de 2011


Danilo Pelloso - Sempre mesmo receoso, mas curioso brotou-se em mim a vontade de ter, no consenso, a explicação sobre o que seriam os conceitos de aparições, influências desconhecidas, lugares assombrados.
Assuntos do gênero. Interessante, “inexplicável”, inebriante.
Esses casos sempre houve e sempre haverá. O mito criado em volta de lugares possivelmente com influências “desconhecidas” contribui para criar o ambiente aterrador. A história esta cheia de casos assim.
Irmãs Fox, na observação das batidas dos objetos, manifestações da energia inteligente, respondiam-se as perguntas, através das batidas.
O mesmo caso apresenta-se as mesas girantes, originária juntamente com a luz do eletromagnetismo, na cidade de Paris, França.
Era um espetáculo. Mesas girando pelos salões para o divertimento das nobres pessoas que participavam. Não eram forças magnéticas, porque elas respondiam a perguntas em forma de batidas, auferindo ao fenômeno a manifestação inteligente.
As batidas diferiam de acordo com as perguntas: uma batida para sim, duas para não. Com isso desenvolveu-se alguns procedimentos aprimorando a comunicação. Com o alfabeto disposto em uma mesa, o objeto movia respondendo as perguntas, indicando a sequência das letras relativo as respostas.
Com o desenvolvimento dos intermediários psicográficos agilizou-se a comunicação com o “desconhecido”. Assim procedeu-se a evolução do que hoje diz ser o paranormal.
Lugares assombrados: seria um local, que causaria temor pelo desconhecido, a quem dele frequenta? Seria repleto de energias ruins ou boas? Seriam manifestações da energia psíquica de seus residentes atuais, ou energias intrínsecas a residência? Há explicações?
Para tudo há explicações. Tudo é superstição a aquele que desconhece.
Revivendo a história do local supostamente “emblemático”, necessário torna-se desvendar o mistério.
Utilizam-se equipamentos diversos como: medidor de variação de temperatura, medidor de variação de campo magnético, gravadores de voz para obtenção de sons do inaudível, cujas vozes são escutadas por gravações eletrônicas e apenas pelas mesmas, assim como a presença do intermediário entre o campo celeste e o solo terreno.
Através desta investigação, aliada com a história do local, das pessoas que residiam, pode-se desvendar o enigma.
Caso seja mal assombrada pelo eu mental de pessoas que nos querem bem, mesmo causando medo, receio, nos arrepiando pelas manifestações surreais apresentadas, então seria uma residência bem assombrada.
Peripécias a parte.
O que seria esse fenômeno? O ser humano é composto do eu físico, definido como corpo, e do eu mental, que origina em sua mente, permanecendo após extinção do eu físico, após a derradeira passagem.
Da luz ofuscante triunfa o ser pensante.
Normalmente pessoas muito vinculadas aos fatos vivenciados, principalmente aos objetos materiais da vida cotidiana, residência, pertences que deixara, a princípio apresentam tropeços para desvencilhar-se do pensamento de perda, causando repulsa a vaga mente.
A vaga mente da mente vaga, do eu mental, importunando os novos residentes local, pelo apego do corpo antes material.
Surgem as manifestações na residência dita assombrada, manifestações essas que pode consequentemente ocasionar quaisquer fenômeno aparentemente surreal, irreal.
Cortinas alvoroçadas, batidas secas e sombrias, vozes em murmúrios, objetos inanimados sendo animados. Esses últimos amedrontam até os mais céticos.
Há mais coisa entre o celeste e o solo terreno do que possamos imaginar.
O sobrenatural inexiste porque tudo é natural a luz do conhecimento intuitivo para aquele que o tem.
Preocupações. Preocupações. Evitar o inevitável da surpresa de manifestações dessa natureza torna-se necessário. Há possibilidades de surgirem problemas no eu físico advindos da sensação de medo do sistema enfrentamento fuga.
Ansiedade, Angústia, estresse excessivo, sentimento de ameaça.
O enfrentamento sem conhecimento torna-se inútil. As forças obscuras são inteligíveis, bem mais perspicazes do que nosso simples pensar e agir.
Paciência, complacência. Esses são os segredos para a solução dos paradigmas.
A maior angustia trazida pelo “desconhecido” é a certeza de quem os conceitos ruins, como o preconceito embutido em sua mente não procede, devido ao fato de ter sentido a experiência do desconhecido. Suas crenças romperam as fronteiras e você sente-se transtornado.
Quem é o verdadeiro louco? O que se diz sãos entre os loucos ou os loucos entre os sãos? Não há critério.
Definisse loucura de acordo com a nossa conveniência na vida fácil e confortável. Não rompemos paradigmas nenhum. É mais fácil tratar o normal como anormal do que o contrário, pois exigiria mudanças drásticas em nossas vidas. Há evolução sem mudanças? É por isso que continuamos onde estamos.
O anormal torna-se normal. Será aceito?
Aprender a viver entre a vida cotidiana e a vida celeste é a dádiva de possuir o dom do intermediário.
Concluindo apresentar tais faculdades de percepção, não se inquiete, haja sempre com a naturalidade vivendo uma vida complacente com quem não a desenvolveu. Você é mais um normal entre os que se dizem normais.
Se maledicências forem escutadas por ti, a seu respeito, relacionado ao dom desenvolvido, não se preocupe, porque nesta vida terrena eles não sabem o que falam.

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