Por Danilo Pelloso

A DISCRIMINAÇÃO DO SER SOCIAL
26 de outubro de 2011


Danilo Pelloso - O que seria discriminação social se todos entram em seus veículos seguindo caminhos definidos, sem ao menos auxiliar o amigo.
Somos todos discriminadores sociais. Inexistente é a divisão, para o que do pote se alimenta com grande compulsão.
Para ter o que se tem necessário torna-se alguém ser desprovido não na mesma vertente do requerido, mas a lógica obscura do ter torna-se verdadeira quando a premissa considera o disponível demarcado dos recursos naturais.
Na disponibilidade de materiais do solo terreno dividindo pelo número de habitantes do planeta, resultaria o valor que cada habitante tem em demasia para usufruir em sua existência, mesmo vivendo no mundo da fantasia.
Se assim não se procede, inexiste a igualdade social.
A vida mundana do indivíduo que consome acima deste valor o torna criador da discriminação social, já que necessária torna-se viver a vida com menos recurso por alguém, para o outro viver na abastada vida que tem.
Não precisa dizer que é mérito seu. Isso torna-se efêmero, desconsiderando-o. Seu mérito é o seu nascimento. O recurso limitado do solo terreno deverá ser dividido. Seu mérito é irrelevante.
O simples fato de ser humano vivendo em solo terreno responde por si só. O interessante é que os discriminadores adoram falar da discriminação social. Alias muita gente gosta de falar do que desconhece.
Não há discussões.
O tolo tudo sabe, tudo conhece. Sua tolice é tamanha que pode ser confundido com a inocência de uma criança.
Explanar o que conhece às vezes pode causar enjôo, assim como num turbulento vôo. As sinceridades dos seus lábios maledicentes a falar dos pensamentos libertinos que deveras sente, devem permanecer no seu ser indecente.
Não passarei pelas portas dos fundos em discutir discriminação com as pessoas que indiretamente, com suas vidas abastadas, discriminam os irmãos fazendo estes viverem de forma humilhante, para que continuem sendo as “estrelas brilhantes”.
As estrelas se apagam um dia. Tudo que é reluzente perde o seu brilho no decorrer do convívio. O exemplo esta acima, no ambiente celestial.
Se invertesse seu estado de espírito com sua avareza encontraríamos o equilíbrio da balança, que faz balançar a desesperança. Sua atitude é um deboche irmão. Estenda sua mão, volte para o chão, e agora sim vamos falar um pouco dessa tal discriminação.

Voltar para a coluna de Artigos


© Copyright 2000 / 2011 - All rights reserved.
Contact: Amaury Teixeira Powered by www.nossalucelia.com.br
Lucélia - A Capital da Amizade
O primeiro município da Nova Alta Paulista