Por Danilo Pelloso

QUEM NUNCA
16 de julho de 2012


Quem?
Quem nunca consentiu o não ouvir de seus conselhos?
Quem nunca se irritou com as suas repreensões?
Quem nunca viu aquela alma aos prantos preocupada?
Quem nunca foi auxiliado por ela no momento que mais precisava?
Quem nunca escutou seus pedidos e orações ao bem estar de outrem?
Quem nunca sentiu um frio na espinha pela possibilidade de perdê-la?
Quem nunca bateu asas e a deixou, na nauseante angustia de seguir a própria existência?
Quem nunca? Quem nunca?
Quem seria esse celestial anjo, em humana forma?
Seria o irmão que nunca compadece na nauseante angustia de sofrer?
Seria a esposa que na insensatez o faz saber como você é patético?
Seriam os parentes felizes apenas nos abastados momentos?
Seriam seus amigos, que não se faz presente quanto mais necessita?
Grandioso dia. Mamãe querida. Parabéns por ser assim. Na sutileza do contemplar olhar sempre estará. (Homenagem a todas as mães, em especial a minha querida mãe, Selma Souza Pelloso, puramente por ser assim)
Crônica publicada no Jornal Gazeta Regional, Lucélia, SP, em 12 de maio de 2012

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