Por Danilo Pelloso

ENTRE NÓS?
16 de julho de 2012


Seres de outros mundos voando em aeronaves desconhecidas, tão complexas quanto nossa capacidade em imaginar na sua complexidade. Telepatia. Psicocinese. Clarividência. Metafísica. Psi-gamma. Viagem astral. Seres evoluídos. Habitantes de estrelas, e outras dimensões cósmicas.
Alienígenas, e seus óvnis. Discos, triângulos. Luzes. Sempre acreditei na sua existência. Seria pretensão acreditar que em bilhões de estrelas, com milhares de galáxias, eu seria semelhante ao criador, e a vida existiria apenas em mim. Bobagens da insensatez do ego que supre o vazio interior humano.
Eles existem. Irracional pensar ao contrário. Mas o que mais me intriga nas estórias dos óvnis não é pensar em sua existência, e sim refletir o que seres com grandiosa evolução tecnologia, comportamental, e espiritual, faz rodeando as cercanias deste ínfimo planeta sem tinta, de quinta.
Lindo, mas de quinta. Convenhamos. Se fossemos evoluídos assim, visitaríamos a Terra? Por que não Andrômeda, Escultor, Ursa Maior? A única coisa a encontrar na Terra são terráqueos bebendo, xingando, torcendo pelo fatídico jogo que nada vale. Preocupados em possuir bens, status, na aparência do ser caridoso, luxo, com antipatia para com semelhantes. Dividir para o bem comum? Sei bem essa estória. Acredito é na cuca, do dorme nenê.
Assim paira minha dúvida: o que eles fazem entre nós?
Crônica publicada no Jornal Gazeta Regional, Lucélia, SP, em 02 de junho de 2012

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