A TAL DA SUSTENTABILIDADE
26 de outubro de 2011
Antigamente havia apenas a necessidade de manutenção do indivíduo em função da utilização de recursos fornecidos gratuitamente pela providência divina. Providência, não previdência. Divina, não humana. Sempre fora e sempre será.
Hoje discorresse bastante sobre a sustentabilidade. Uma vida sustentável. Uma vida com menos provimento já que os mesmos não são infindáveis e pouco necessita para o próprio sustento.
A sustentabilidade. Que aumenta com a idade pelo simples fato de no pequenino descendente ter o que não pode fazer.
A comunidade cresceu, o desespero apareceu, e a autoridade prometeu, dizendo que a solução desta questão seria a tal da sustentabilidade em comunhão.
É o viver prometido com utilização de recursos comedido.
A vida abastada. A vida mundana A vida profana. A preservação da existência esta na essência de viver na moderada exigência.
Vida sustentável. Não passa de um belo conceito ensinado. Alguns mais entusiasmados tentam aplicá-lo. Outros mais ansiosos, apavorados, direcionam-se em aventuras pelo espaço sideral para nele encontrar a sobrevida em outros corpos celestes em detrimento a manutenção e conservação da vida em solo terreno.
Outros rezam para o salvador. Salvador esta tão longe, localizado próximo a Minas Gerais, mas não adianta rezar. As orações não chegarão porque há grande lentidão.
Todos possuem algo incomum até os freqüentadores assíduos de locais fornecedores de álcool: não há aceitação na redução do seu padrão de vida em nome da sustentabilidade.
O ser humano vive insustentavelmente, e ainda mente querendo ser boa gente, falando da tal sustentabilidade que seu eu mental não a sente. Alias a natureza não precisa de nós. Os fatos invertem-se aos olhos do observador.
Analisando nossa complacência obrigatória ao solo terreno, no caso, dele dependemos, seria um devaneio não ter a sustentabilidade como parceiro?
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