QUEM É O ANIMAL?
29 de outubro de 2011
O macaco conversando com um ser humano, fala ao mesmo, a seguinte frase: os senhores não surgiram através dos primatas, e sim nós macacos viemos dos senhores, terminando com um franco sorriso.
Às vezes reflito o que um animal dito “irracional” pensaria de nós seres “racionais”, com nossas atitudes colossais.
Os animais eles suprime a vida de outrem, observando proceder na morte do parecido o único motivo do mesmo não ter morrido.
O ser humano subtrai a vida de outrem apenas pela essência e poder de subjugar outra espécie ou a própria espécie.
Como seriamos imagem e semelhança de Deus? Na verdade pensamos ser, mas não passamos de animais irracionais.
Deus tende piedade de nós. Não sabemos nem o que fazemos nem o que fizemos.
Nas ações humanitárias, teríamos a obrigação de fazê-la pelo simples fato do uso desta palavra humano. Palavra esta que equivocada do vocabulário. Deveria ser substituída por seres mundanos, ou seres imundos que somos.
Espécie autodestrutiva que na essência consta o fato de ser inconsequente, incoerente e indecente.
Nas observações da vida dita “selvagem”, nas quais os animais “irracionais” o compõem, ausentassem cenários de verdadeiros conflitos.
Milhares de espécies convivendo em harmonia. E eles é que são denominados de irracionais. Quanta ironia. Quanto deboche.
Alias a desarmonia acompanha semelhante a um canto desafinado, por instrumentistas em descompasso, nossa personalidade humana de mal grado.
No pensamento tornamo-nos únicos. “Escolhidos” por sentimentos inoperantes dos pecados proferidos como capitais.
A regressão. Do principio glorioso da formação a indecorosa criação. Desenvolvimento imoral do ego anormal. A premissa rudimentar torna-se verdadeiro no decorrer da vida vivida com a mesquinhez dos seus devaneios.
De onde viemos? Para onde vamos? Paradigmas. Alternativas. Uma conceito toma a seriedade.
Não vamos para lugar algum. O espirituoso caminhará no mar de lama e lodo. Para nós a permanência neste ambiente corriqueiro torna-se própria.
Somos únicos.
Os únicos a acender a luz da incerteza. Os únicos a melindrar a essência da natureza. Os únicos entre os demais que se acham únicos. Os únicos que deuses pensam ser, em nome de seus egos que transtornos parecem ter.
Somos os únicos. Os únicos tolos entre todos os outros.
A decência é intrínseca a quem é decente e não pode ser compreendida pelo indecente.
Fadado estará sempre a seu ser indecente.
Se os primatas falassem palavras audíveis e compreensivas, na certeza o mesmo apresentaria mais cordial e complacente do que essa casta nossa que mente, mente, mente e pensa ser gente, gente decente.
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