SOCIEDADE: O CLÁSSICO JOGO DE XADREZ
29 de outubro de 2011
O jogo de xadrez tem-se suas nuances. Dividido em qualidades de seus participantes, no tabuleiro encontra-se uma hierarquia intrigante. Há peões, cavalos, torre, bispos, rei, rainha.
Cada integrante do cativante jogo hierárquico apresenta a sua significância.
Aos peões cabe apenas avançar para frente e atacar pelo lado, assim como nas épicas batalhas do império romano.
Os numerosos soldados da frente de batalha, do front.
Na atuação dos bispos, torres, e cavalos encontram-se os grandes estratagemas para a vitória. Peões manobrados pela elite.
O emblemático e que todos apresenta um único objetivo: defender seu próprio César e ao outro lado atacar o monarca que o espera. A autonomia do soberano é efêmera.
São simples espectadores do conflito épico.
Estando vivos a guerra procede. Figuras representativas da obscura arte de guerrear.
A autonomia do soberano é comparada com a de um simples peão. Na verdade ele apenas inicia a batalha.
Os integrantes de menor patente têm na honra e na obrigatoriedade defendê-lo.
A rainha apresenta a maior autonomia, acima de todos os outros integrantes, e abaixo do soberano cuja sua retirada torna-se o conflito sem sentido.
Submergir a rainha em ofensivas indignas é desaconselhável. Aumentaria a complexidade do jogo para quem a perdera.
A arte do xadrez, na flama da atenção faz-se a complexidade.
É uma simples simulação, com esplendorosa compaixão, da sociedade humana, que possui na suas hierarquias seus verdadeiros guias. Da sociedade em consenso jaz o respeito e dignidade.
No jogo da vida, nossos trabalhadores cidadãos são os responsáveis por alicerçar todas as grandes proezas da humanidade, mas progredindo a passos lentos e comedidos, como peões no xadrez clássico.
Pode-se o mesmo chegar à realeza? Creio que sim.
Enfrentar todas as barreiras impostas e atentarem-se sempre as peripécias da vida mundana, torna-se necessário e imprescindível.
Outros já participam de uma casta aparentemente “superior”. Concedido com maior poder de ação, junto aos meros cidadãos.
Neste conjunto encontram-se os grandes lideres da sociedade, cada um atuando num contexto peculiar.
Verdadeiros responsáveis pelo sucesso ou fracasso da humanidade.
Manipuladores do povo, concedendo retaguarda à realeza.
É como a peça dos bispos, das torres, dos cavalos, da rainha, no clássico joga de xadrez. O clássico jogo da vida, onde deveria ser vivida intensamente, sem estarmos sugestionados nas mãos dos descontentes.
O clássico jogo de xadrez é uma modo singelo de exteriorizar uma sociedade hierárquica, composta por soberanos que ditam normas, pessoas que os protegem, e a grande massa de soldados, que no conflito tem-se a obrigação da honra do dever a cumprir na guerra obscura, sem ao menos saber o porquê, e para quem luta, nesta vida impura.
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