Por Danilo Pelloso

DOENÇAS FÍSICAS: O CHAMARIS DO ESPIRITO ATORMENTADO
17 de novembro de 2011


Vivemos no mundo de dualidade. A mente humana no seu pequeno grau de evolução. Estado mental alterado, levando aos estados físicos alterados. A crença no inexistente torna-se a essência da existência.
Tudo é mental.
O eu físico entra em colapso apenas por um tolo detalhe: o eu mental está encarcerado dentro do eu físico. Quando o eu mental está abalado, a manifestação no eu físico torna-se evidente.
Quer se curar de uma grave doença? Pense na vertente afável da vida, adote em sua biografia a consciência, em estar conduzindo a vida com atitudes coerentes, com os preceitos morais e éticos para com a sociedade, mesmo a última indecente.
Quer auferir uma doença terminal? Adentre nos conselhos dos humanos. No egocentrismo da convivência, ao materialismo em sua essência. Sinta os pecados capitais em seu ser mental esplendoroso que no final tornará doloroso. Sua alma estará perturbada, encontrando na eliminação do corpo, o principal meio da libertação da mente deturpada.
Ensaios de uma vida em conflitos. Não viaje por esse tortuoso caminho de aflição, meu irmão. Essa passagem já fora feita e não é de bom grado.
À volta ao cosmos da existência. Viva dignamente e faça o que tenha vontade, mas com complacência para com os outros seres, que do solo terreno faz-se ou não se faz parte.
Não sofra por coisas banais, coisas materiais.
Você é o criador da sua felicidade, e do seu conflito. Você iniciou a vida chorando de alegria, ao adentrar neste mundo através da força criadora do cosmo, a existência cósmica eterna que tudo compreende que tudo inicia.
Vibrações.
Sofrimento humano em evidência e as tormentas da alma a referência.
Somos atacados no eu mental por atitudes que divergem a ética, a moral, aos bons modos e costumes.
Da idiossincrasia singela, a hipocrisia sincera. Eu mental atormentado pelas vicissitudes da vida.
O grande problema não advém do eu físico que padece a problemas corriqueiros da essência física humana.
O ser humano só perceberá que fora alvejado quando o físico padecer.
As dualidades do eu mental, nesta existência, de tribulações e de redenção, são tantas que tornamos vítimas da nossa própria essência.
A dor, o sofrimento. Dos lamentos, aos medicamentos.
A espiritualização do ser torna-se necessária não apenas para subtrair os males físicos existentes, mas sim para o aumento da percepção, entrando em faixas vibratórias dos planos eternos, do eu mental imortal.
Nos pequenos fatos da vida estão as grandes revelações da existência humana. Loucos, insanos, atormentados. Somos todos assim.
Em solo terreno a normalidade inexiste.
Com princípios e padrões comportamentais conseguimos mantendo a ordem entre os seres irracionais.
Mente cósmica e eterna. Do invisível, ao visível. Do inaudível, ao belo e bom som ouvido.
Somos essa carne grotesca. A devoração. A existência a custa dos nossos irmãos, animais, amigos ou não.
Sofrimentos?
Inerente ao homem que da Terra faz-se parte. Na mente sã e na vida simples, desconsiderando os malefícios dos vícios e do estado primitivo humano, esta a cura para todos os males, de todos os enfermos.
Viva em paz meu companheiro. Viva a vida em demasia, sem exageros. Faça o que tem que ser feito, e o que o considera direito.
O sofrimento corporal sempre está acompanhado do estado mental alterado. Da dor de viver na não aceitação da realidade, a austeridade.
Toda doença física apresenta o equivalente mental. Uma mente sã não apresenta manifestação em corpos físicos.
Moléstia física serve apenas para externar o erro no eu mental.
A cura do eu físico não tem equivalência no espírito. Cura-se a consequência mais não o conflito.
Dependendo da desordem física, há inferências que podem ser conclamados em estados mentais alterados. Nervosismo, ansiedade, depressão, transtornos de adaptabilidade social, dentre outros.
Da cura do corpo o resquício na enferma mente.

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