O RELIGIOSO CONVENIENTE
28 de novembro de 2011
Se pensarmos bem é conveniente ser religioso. É bom, custa pouco, conforta, mas criasse a dependência mental. Há pessoas que preferem buscar a felicidade na ilusão da realidade.
Sou religioso, não um bobo tolo que tudo crê. Acredito em uma forma diversificada da passada por outrem.
A dualidade do plano terreno sempre existira. Necessária torna-se para comparações.
O bem e o mal, a guerra e a paz, riqueza e pobreza. A relatividade da própria realidade. Mesmo na verdade em todas as suas nuances, mesmo no mundo da dualidade, dos contrastes, a inverdade verdadeira.
Situa-se no espaço tempo inexistente. É a nossa referência inexistente quando comparada ao plano cósmico coerente.
Acreditar no mal é necessário, e torna-se um alivio a alma humana que devido ao estágio evolutivo primitivo, encontra-se com seu instinto aflorado e o eu mental diminuído.
Na inconsciência dos seus atos, torna-se necessário transferir a responsabilidade em outrem, ou mesmo ao acaso.
Com isso entrasse no ciclo de estabilidade mórbida. A neutralidade do ser evolutivo.
A interrupção deste ciclo, passando para a espiral do crescimento espiritual, consiste em assumirmos quem somos neste plano, e mesmo em conflito, batalhar para o desabrochar espiritual, tornando-nos a essência da própria existência.
Rompesse o mundo da dualidade embarcando no plano neutro da própria verdade, onde os seres com a espiritualidade aflorada não viajam mais em dogmas e crenças, viajam na própria essência do seu ser vivente.
Da decadência a sublime particularidade. Inexistem comparações.
Há apenas sentimentos encarecidos, não digo sentimentos de amor e compaixão. Para existi-los há a necessidade do ódio, senão perde a referência de antemão.
Sentimentos elevados apenas.
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