Por Danilo Pelloso

NO MUNDO DAS PLANTAS
28 de novembro de 2011


As plantas são organismos fantásticos. Mundo vegetal. Com capacidade de regeneração. Nos conflitos a sobrevivência mesmo com inexistência de comunhão.
As plantas. O vegetal.
Como sapecas crianças.
Através de substâncias químicas atrapalham o desenvolvimento das circunvizinhas.
Outras são mais ligeiras. Sabem da dificuldade da própria sobrevivência. No crescimento rápido da existência corriqueira, esta o sucesso certo da sua própria ligeireza.
Algumas são celebridades. Mostram-se através de exuberantes flores a própria fragilidade, de não possuir um sistema eficiente, para assim deixar seu descendente.
Outras são mais astutas. Adormecidas encontram-se enquanto inexistem condições de sobrevida, evitando a própria luta.
Outras irradiam sabedoria através de comportamentos que só advêm da alta compreensão da vida.
Instinto vegetal? Força inteligente que rege esse ser vivente? Ou sabedoria intrínseca no ser instintivo?
Todas as plantas apresentam uma característica em comum: são sábias. Na permanência ambiental, sua própria moral.
Sua continuidade através da descendência é a sua maior incumbência. Crianças sábias. O maravilhoso mundo das plantas. Semelhante ao mundo dos homens.
Há apenas uma diferença: as plantas batalham entre si apenas para a própria sobrevivência. Difere dos humanos que conflitam entre si pelo simples fato de egocentrismo existir.
Resquícios do instinto primitivo humano? Será?
Nas plantas jaz o exemplo da vida, no homem jaz a tristeza da própria vida.

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