DEUS BACO POR QUE NOS ABANDONASTES?
01 de dezembro de 2011
Adentrando pelos mares, os portugueses começaram a navegar. Buscar os caminhos das Índias.
Haveria a necessidade de cuidados adequados.
As tormentas que os aguardavam deveriam ser enfrentadas, com golpes precisos e árduos, não com abraços.
O conflito com o Deus Baco embaraça o caminho dos portugueses. No esquecimento de Portugal, dos pássaros a cantarolar, numa névoa cinzenta e triste, de um povo que através dos mares insiste em descobrir quem não quer ser descoberto.
Na única rota do nervoso mar, deveria os portugueses se concentrar.
Vencera o Deus Baco. Chegarão às Índias. Pegarão iguarias e algumas mocinhas.
Um tour pelo oriente.
Aos vitoriosos, a glória da própria vitória. Na conquista a necessidade de superação.
Vieram para a terra prometida. Prometida por um tolo e ignorante irmão. Brasil.
Aqui fizeram a maior algazarra. Esqueceram até parte da cria. Na mistura da descendência, a própria etnia.
Misturaram tudo. Povo tolo. Povo estúpido.
Da pureza indígena, a indiferença mameluca, ao brasileiro.
Baco deveria ter mantido os portugueses é no estrangeiro. É por isso que eu digo: Deus Baco, por que nos abandonastes?
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