Por Danilo Pelloso

CONHECIMENTO CIENTÍFICO
10 de dezembro de 2011


Grandes conceitos. Aprendizados aprimorados.
Desde técnicas de semeadura, até as de colheita imatura. O ciclo esta terminado. Local de prestígio. Local aperfeiçoado.
Universidade de Engenharia Agronômica. Nome renomado. Sinto-me intimidado.
Na técnica jaz a razão do grande empenho feito de antemão. Na saudade, minha devoção.
O amendoim. Mais especificamente a cultura do amendoinzeiro. Doutores trabalhando para o seu desenvolvimento.
Perícias. Especialidades.
Adentrando na fazenda experimental continuo ansioso. Na agitação a própria tensão.
Chegou o grande dia. O resultado.
No ano a trabalhar para este dia vivenciar. Sempre dentro das técnicas e dos trejeitos.
O ser acadêmico.
O mestre ao meu lado. Questiono-o se hoje será o grande dia o dia da colheita do ensaio, o dia de ver o resultado.
Será que houve resposta a proposta?
Com um sorriso afável, e de muito bom grado, o velho mestre inclinasse para mim, dizendo assim: “necessário tornasse a observância meu querido aluno do ciclo lunar”.
Deve-se se ater no presente. Hoje, dia de lua minguante.
Na palavra minguante jaz meu desanimo em saber que a técnica esta baseada nas superstições populares.
Agitado e afoito. E agora nervoso. Se não fosse lua minguante? Teria eu que trabalhar mais um ano de forma incessante?
Lua minguante, ou situação desconcertante?
Com esse aprendizado observei que nem tudo é técnica, nem ao menos superstição, o que existe é a diversão, de vivermos em comunhão.
Lua minguante, minguante luar.
Eu queria ouvir do mestre, na conjuntura de uma reunião técnica, com a presença de expoentes do assunto proposto, na alusão derradeira, ele proferir explicações, baseadas em superstições corriqueiras.

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