Por Danilo Pelloso

Deus, o espectador da vida
9 de janeiro de 2012


Inexiste o parecer esquisito para a intrínseca lógica. Há algo a ser pensado, mesmo estando em aflito, e não sendo de bom grado.
A verdade para quem não tem consciência é uma arma apontada para a própria cabeça.
Antigamente os seres humanos ausentavam-se na racionalidade, então explicar os acontecimentos tornou-se árduo e fatídico. Necessário tornou-se atribuir às manifestações naturais aos vários deuses.
As descobertas foram crescendo, e os deuses dormindo num repousar permanente. Restou apenas um.
A origem do universo. Seria o ser humano capaz de explicar logicamente sem interferência divina?
O conceito.
Se o universo é composto de energia massa e espaço é necessário ter esses itens para compô-lo.
Albert Einstein contemplou a humanidade com sua sabedoria em dizer e provar que a massa pode ser matéria e a matéria transforma-se em massa, pela equação E=mc2, resultando a bomba atômica.
E o espaço tempo como foi criado?
Há sempre o equilíbrio.
O espaço é a ausência de matéria ou energia. E a matéria ou energia é a contrapartida do espaço.
Ao adentrar num buraco negro que é a presença da ausência do nada, a gravidade é infinita, engolindo o espaço, matéria e energia e parando o próprio tempo.
Essa é a origem do universo. Simplesmente surgiu do nada e para o nada voltará.
Não havia um criador anterior ao big bang, a grande explosão, porque se ausentava a causa, devido ao fato de inexistir o tempo do big bang.
A vida é bela e é a única beleza da bela vida. Estrelas, ao pó do simples existir, voltarão numa longa jornada, para o nada.
Nossa inexistência.
O acreditar no inexistente só faz da nossa existência a felicidade sempre ausente.
O universo surgiu do nada e para o nada voltará.

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