Por Danilo Pelloso

AMIGO
26 de fevereiro de 2012


Amigo de infância, a lembrança é permanente, inclusive este, a agradar todo o povo, possuidor de um sorriso emblemático, pronto para fazer peripécia. Especialista na arte do churrasco, mais conhecido como o mestre do laminado.
Suas idéias? Mirabolantes. Desde a pequenina planta a neutralizar a peçonha, até grandes inventos, que deixaria qualquer cientista atormentado. Suas estórias são como literatura fantástica.
Estudioso do comportamento humano, concedendo aos conflitos cotidianos um aspecto cômico, arrancando sorrisos, ao invés de lamentos. No revezamento quatro por cem, nem me atrevo a dizer.
Lembro-me da sua intenção na aquisição do novo veículo, em detrimento do seu antigo 2007, quando de repente é surpreendido pelo padrinho da família, com um ano 1998. De rosto surpreso, a expressar mistério proferiu: poxa vida padrinho, pensei que você era meu amigo. Gargalhadas.
Em toda minha existência nunca o vi entristecido. Uma algazarra.
Lembro-me de alguns momentos. O pagode da Alcione. A troca da bebida sem álcool do baixinho. Provocações ao homem de lata, na bienal do livro. Nossas visitas ao pesqueiro. O golpe do esqueci a carteira.
Tantas estórias, tantos fatos únicos, que fez da sua presença, o sorrir da minha existência. Assim me despeço em cumprimentos a ti, meu querido amigo, agradecendo imensamente pelo fraternal convívio.
(Homenagem ao meu querido amigo Luis Gustavo Lucindo da Silva, o luceliense Zeca, pelo seu aniversário 27/02)

(Crônica publicada dia 25 de fevereiro de 2012, no jornal Gazeta Regional de Lucélia)

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