Por Danilo Pelloso
Dependência
16 de julho de 2012
Fenomenal capacidade, administrada com tanta acuidade na economia da encefálica massa. O povo. A arte de fazê-lo iludir.
Criasse a dependência, para depois mantê-la em nome do salvador. Bendito os que vêm em nome do SENHOR... Mas anjos caídos não vivem com o senhor, alias nem o conhecem.
O despautério de selecionar alguém apenas pelas acaricias nas costas recebidas, com palavras de auxilio brevemente encaixadas.
Inexistem sentimentos. O povo não é vitimado pelos escolhidos, e sim agredido por eles mesmos, no conformismo o infantil acreditar.
Assim tilintam em copos de plástico. Marasmo do pensamento tolo, desalento, de todos os bobos.
São guerreiros e guerreados, encurralando e encurralados. Eles atiram neles mesmos, testando se serão alvejados. Sadismo?
Sinto-me inquietação em ver o povo que tudo desconhece.
Superstições brasileiras. Do curupira a mula sem cabeça. Alias, eu também acredito na mula sem cabeça, e também acredito na raposa que se diz boba, mas possuiu um rabo e pensa.
A todos os que nos conduz neste terreno solo, os meus sinceros parabéns. Da ignorância do povo, ao nauseante sentimento do próprio povo, sem memória, sem berço.
Dificuldades na vida meu irmão? Quem manda ser bobo. Em terra de tolo, você tem que ser o menos tolo, dentre todos os outros.
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