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Saiba quais são os principais "Índices de Inflação" utilizados no Brasil
e entenda a diferença entre eles.*IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) - do IBGE. Utilizado pelo governo com meta de inflação. O IPCA mede a inflação das famílias com renda mensal de 1 a 40 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.
*INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) - Calculado pelo IBGE. É utilizado pela maioria dos sindicatos para reivindicar reposição salarial. O INPC mede a inflação das famílias com renda mensal de 1 a 8 salários mínimos e abrange as regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.
INCC - Índice Nacional do Custo da Construção, um dos componentes das três versões do IGP, o de menor peso. Reflete o ritmo dos preços de materiais de construção e da mão-de-obra no setor. Utilizado em financiamento direto de construtoras/incorporadoras.
*IPC-Fipe (Índice de Preços ao Consumidor da Fipe -- Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas). A Fipe calcula a inflação do município de São Paulo para famílias com rendimento entre 1 e 20 salários mínimos.
IPC-RJ - Considera a variação dos preços na cidade do Rio de Janeiro. É calculado mensalmente pela FGV (Fundação Getúlio Vargas) e toma por base os gastos de famílias com renda de um a 33 salários mínimos IPCA.
ICV-Dieese - Índice do Custo de Vida do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, também medido na cidade de São Paulo. Reflete o custo de vida de famílias com renda média de R$ 2.800 (há também índices para a baixa renda e a intermediária)
CUB - Custo Unitário Básico, índice que reflete o ritmo dos preços de materiais de construção e da mão-de-obra no setor. Calculado por sindicatos estaduais da indústria da construção, chamados de Sinduscon, e usado em financiamentos de imóveis.
IGP (Índice Geral de Preços) - Calculado pela Fundação Getúlio Vargas. É uma média ponderada do índice de preços no atacado (IPA), com peso 6; de preços ao consumidor (IPC) no Rio e SP, com peso 3; e do custo da construção civil (INCC), com peso 1. Usado em contratos de prazo mais longo, como aluguel.
*IGP-M (Índice Geral de Preços de Mercado) - Calculado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). É utilizado na correção das tarifas de energia elétrica, água e esgoto, e dos pedágios e aluguéis, entre outros. O IGP-M é baseado em três índices: IPA (Índice de Preços no Atacado), IPC (Índice de Preços ao Consumidor) e INCC (Índice Nacional da Construção Civil), cujos pesos são de 60%, 30% e 10%, respectivamente.
*IGP-DI (Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna). Calculado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas). É utilizado no reajuste das tarifas de telefonia fixa, entre outros. O IGP-DI é baseado em três índices: IPA (Índice de Preços no Atacado), IPC (Índice de Preços ao Consumidor) e INCC (Índice Nacional da Construção Civil), cujos pesos são de 60%, 30% e 10%, respectivamente.
Os IGPs são os índices que mais refletem as variações cambiais. Com a disparada do dólar em 2002, os dois indicadores se distanciaram dos índices de preços ao consumidor e causaram polêmica, como no caso da telefonia e pedágios. Em 2003, o dólar caiu, e os IGPs chegaram a registrar deflação em alguns meses. (Fonte: Folha Online)
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