Diocese de Marília instala a terceira paróquia em Adamantina
Nossa Lucélia - 25.05.2019
É a 65ª Paróquia da Diocese de Marília. Padre Paulo Joaquim de Souza foi nomeado vigário paroquial
ADAMANTINA - Centenas de fiéis se reuniram, nesta sexta-feira (24), em Adamantina, para participar da Missa Festiva de Instalação Canônica da Paróquia São Francisco de Assis, a 65ª paróquia da Diocese de Marília, que terá à frente o padre Paulo Joaquim de Souza, carinhosamente conhecido pela comunidade como Quinzinho.
A comunidade de São Francisco de Assis será a terceira Paróquia de Adamantina, cidade que possui uma das comunidades mais atuantes religiosamente na Diocese de Marília com aproximadamente 75% da população considerada católica, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
A celebração, presidida pelo Bispo Dom Luiz Antônio Cipolini, foi iniciada com a leitura de breve histórico da caminhada pastoral da comunidade, criada há mais de 30 anos.
Logo após a procissão de entrada e à benção inicial, padre Quinzinho deu boas-vindas e agradeceu ao Bispo Dom Luiz Antônio Cipolini, aos 12 padres de diversas cidades da Diocese, aos religiosos e religiosas da região, aos seus familiares, Secretário Municipal de Educação, Osvaldo José, representante do Poder Executivo local, e aos vereadores Eder Ruete (presidente da Câmara Municipal), Acácio Rocha Perez Guerrero, Maria de Lourdes Santos Gil, Hélio José dos Santos, Paulo Cesar Cervelheira de Oliveira e João Davolli representaram o Poder Legislativo.
Em seguida, o Padre Rui Rodrigues da Silva, Pároco de Santo Antônio de Pádua de Adamantina, responsável pelo pedido de mais um padre na cidade para preparar a comunidade para a elevação em uma nova Paróquia, leu o Decreto de Instalação e também a provisão de posse, documento que nomeia o padre Paulo Joaquim de Souza como vigário paroquial.
No Evangelho, Dom Luiz Antônio Cipolini saudou os presentes e àqueles que assistiram a celebração pelos meios de comunicação e lembrou que há um ano e três meses esteve em Adamantina para a criação da quase Paróquia e nesta data, dia de Nossa Senhora Auxiliadora, “temos a alegria de elevar esta Paróquia”.
Dom Luiz ressaltou serem muitos os desafios e oportunidades de evangelização da nova comunidade paroquial. “As Paróquias são células vivas da Igreja e lugar privilegiado no qual a maioria dos fiéis tem uma experiência concreta de Jesus Cristo, na comunhão eclesial. As Paróquias são chamadas a ser casa e escolas de comunhão”, destacou.
Referindo-se à dimensão do amor, puro e incondicional, como Ágape, Dom Luiz citou que o próprio Senhor disse “este é o meu mandamento amai-vos uns aos outros, assim como eu vos amei, ninguém tem maior amor que aquele que dá a vida por seus amigos. A amizade torna-se então expressão do Ágape, centro da caridade cristã. Essa amizade se traduz em compaixão pelos que sofrem. Portanto a Paróquia é aquele lugar privilegiado onde vivemos o amor cristão”.
Em outro trecho da 'conversa familiar', Dom Luiz destacou a necessidade de expandir o amor, de forma missionária, produzindo relações espontâneas aos demais, atitudes defendidas pelo Papa Francisco e vividas pelo padroeiro da comunidade, São Francisco de Assis. “A proposta de Francisco é evangélica, atual e urgente. Vencer o mal fazendo o bem, onde houver ódio que eu leve o amor, ele ensina a rezar. Percebe a perda de tempo da violência, e que o problema não está nos conflitos, que são inevitáveis, mas na maneira de resolvê-los”, enfatiza o Bispo Diocesano, lembrando que estes ensinamentos caminham na contramão das propostas, hoje, cotidianas. “Francisco representa um ideal de felicidade sólido e duradouro”.
Fonte: Sigamais / PascomVoltar para Home de Notícias
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