Serviço de voluntariado chega a Lucélia
Nossa Lucélia - 03.06.2019


Caroline veio trabalhar na Cesta Lucélia a convite de uma prima

LUCÉLIA - O serviço de voluntariado, conhecido e praticado em muitas cidades do Brasil e do mundo, chegou à cidade de Lucélia. Caroline Ferreira Costa, 34, solteira, formada em Propaganda e Publicidade, e em Direito, natural de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, trocou a correria e a vida agitada na “Grande São Paulo” para morar no campo, trabalhar na lavoura, juto dos animais, respirar o ar puro, e experimentar ser voluntária.

Antes de vir morar em Lucélia, a Caroline Ferreira Costa morou por 3 anos na Austrália. Foi para o “país dos cangurus” para aprender a língua inglesa. Na Austrália trabalhou como babá, faxineira, camareira e em feira de artesanato. Dividia a casa com mais quatro pessoas.

“Morei fora do país por 3 anos e agora que voltei, percebi que minha visão de vida mudou, eu não estava mais me adaptando à vida na cidade grande, aquela loucura a todo instante, trânsito, pessoas pensando só em trabalho e consumo. Percebi que isso não era o que realmente gostaria de viver, pois a vida está aqui para ser aproveitada da melhor maneira possível e para mim definitivamente aquela vida corriqueira da cidade grande não é o que reconheço como o melhor modo de aproveitar a vida”, explicou Caroline.

Ainda quando estava morando na Austrália, sua prima comentou sobre a Cesta Lucélia, e disse que às vezes realizava um trabalho voluntário com eles e que achava que ela iria adorar conhecê-los. Assim que voltou para o Brasil, passou um tempo com a família, e resolveu vir para o interior, experienciar uma vida mais simples e voluntariar na Cesta Lucélia. 

“Assim que cheguei e pude conhecer melhor a equipe da Cesta, eu me apaixonei, são pessoas maravilhosas e acolhedoras, pessoas que realmente se preocupam com o próximo e com o nosso planeta, como um todo sabe. O projeto Cesta Lucélia é tão maravilhoso, que ele consegue juntar a preocupação não só com o ser humano, mas com o nosso planeta também. Ao mesmo tempo que eles querem que as pessoas se alimentem de uma forma totalmente saudável, tendo mais consciência em relação ao alimento, eles promovem também a reconstrução das florestas, eles plantam florestas com o mesmo cuidado e carinho que plantam os alimentos, e com tudo isso ainda promovem e valoriza o comércio local, eu achei isso incrível”, relatou. 

“Hoje em dia eu acho que as pessoas vivem meio perdidas com relação ao que elas são e ao que elas realmente querem viver. O ser humano está seguindo um padrão de vida totalmente em desacordo com a nossa evolução, vêm seguindo padrões que já está mais do que na hora de colocarmos um fim. É importante termos mais consciência de que continuar vivendo da maneira que a maioria de nós vivemos, não nos levará a lugar algum, precisamos nos unir para poder compartilhar e lutar por uma vida em harmonia, saudável e em paz. Saber que existem pessoas assim como a equipe da Cesta Lucélia me deixa mais esperançosa e fortalecida em relação ao futuro da humanidade. Abracei essa causa linda do fundo do meu coração, pois quero ver o mundo evoluindo comigo. Afinal somos todos um só”, finalizou.

Como voluntária, a Caroline trabalha de 6 a 8 horas diárias e tem o domingo livre, e recebe em troca moradia e alimentação. A iniciativa existe em várias cidades do mundo e já está sendo praticada em muitas cidades do Brasil, tanto na lavoura como em hotéis, restaurantes, bares e hostel.

A Caroline Ferreira Costa disse que se adaptou fácil ao trabalho e está amando viver em uma cidade tranquila como Lucélia. Ter contato com o campo, com o ar puro, e plantar e colher o próprio alimento faz parte do seu dia a dia. Vegana, ela pretende ficar por tempo indeterminado, em Lucélia.




Fonte: Marcos Vazniac

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