Poemas do Danilo Pelloso
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MEU LÍRIO
No torpe doce lírio
Do seu belo sorriso
Tive o prazer de conhecer
E de vê-la florescer.
Inebriante como flor no campo
Fico a ver-te, deslumbrando
Descobrir de onde surge o encanto
De ti que a amo tanto.
Poderia dizer na constância
Das minhas inconstâncias
De fazer-me constante
E de ter em mim a tolerância.
Tu és a flor mais linda que já vi
E que quero tê-la por perto
Para abraçar, beijar certo
De continuar você meu lírio eterno.
A SOL
Sol, brilhante, radiante
Digitando a todo instante
Palavras constantes
Do seu ser inconstante.
Sol, simplesmente inebriante
Sorridente, contente, descontente
Digitando o que deveras sente
Florescendo-se completamente.
Sol, no toc toc toc do teclado, palavras surgem de bom grado
Encantando a todos
Com seu jeitinho carinhoso, bondoso, amoroso
Enfatizado no seu rostinho gostoso.
Sol, que um dia tive o prazer de conhecer
E a sua amizade pôde tecer
Sol, a única coisa que posso dizer de você
É que você é o Sol de todo meu amanhecer.
ALFABETIZANDO A HIPOCRISIA
Na escola somos todos aprendizes
Aprendemos à hipocrisia
Dos nossos mestres que nos diz
Como viver na fantasia
Ensinando o que não condiz
Com a nossa realidade infeliz.
CAFÉ
Sinônimos e antônimos se cumprimentam
E sentam, para tomar o belo café
Dor, paz, angustia, sofrimento
Sente meu coração pela falta de discernimento
É melhor seguir, com fé, e continuar a tomar meu café.
INSIGNIFICANTES DE ALTO CUSTO
Objetos raros, escassos, são caros
Pessoas honestas, boas, humildes, são raras
Já esses indecentes e infelizes, são caros
Tornando cada vez mais, meu dinheirinho, escasso.
QUEBRA CABEÇA
Luxo para a indecência
Que no fundo da sua essência
Compreende que a essência da indecência
É parecer ser uma pessoa com decência.
CÍRCULO MORTAL
A depressão é uma doença
Que provoca muita desavença
Colocando o depressivo numa espiral
Rumo à morte, do eu mental.
JOSÉS LONGE DA ESPIRAL
A sociedade é insana
Que para conquistar um pouco de grana
Faz da própria vida, um drama
E depois, gasta tudo, para sair dessa trama.
Você trabalha, trabalha, trabalha
Mas nunca tem nada
O outro não faz nada
Mas, no dinheiro, ele nada, nada, nada
Com longas braçadas.
MOTIVOS SEM CAUSA
Qual o sentido da segunda guerra mundial?
Época em que os homens se matavam
As mulheres e seus filhos se abraçavam
Nada diferente do tempo atual.
DESILUSÃO
O homem é reflexo de sua infância
Que brinca com sua vida, como uma criança
Lançado aos prazeres momentâneos, com redundância
Por saber, que esta vida terrena, é na verdade, sem importância.Voltar para a coluna Danilo Souza Pelloso
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